25.3.15

Filmes e livros // Fev

 Deixando claro que isso não é ai-meu-Deus uma crítica. Sou só eu falando o que me dá na telha, opinião bem pessoal. Comentem!

Saibam que depois que minhas aulas começaram, não tá sendo fácil para os meus livros e filmes. Eu lia muito ao pegar ônibus, mas perdi o hábito. E filmes? Ih, março teve ainda menos que fevereiro. Mês triste.

1. Tiny Furniture (Sinopse)
Aos 22 anos, Aura volta para a casa da sua super bem-sucedida mãe em Tribeca levando: um inútil diploma de teoria de cinema, 357 hits na sua página no Youtube, um namorado que a abandonou para ir ao Burning Man se achar, e um hamster moribundo. Por sorte, sua melhor amiga de infância nunca saiu de casa, o restaurante do quarteirão está contratando e ela encontra possibilidades românticas em cada esquina. Aura rapidamente joga fora seus tamancos e oscila entre a nova e a velha vida: um trabalho fim de carreira de hostess, bebendo todo o vinho da organizada adega da sua mãe, e competindo com a sua irmã adolescente prodígio. Aura só quer que alguém lhe diga quem ela é.
 Tenho uma relação esquisita com a Lena Dunham. Vou deixar para falar sobre quando opinar sobre o livro dela. Enfim, Lena é famosa por fazer coisas que nem sempre descem bem. Fiquei a maior parte do filme alternando entre ter dó da Aura e achar ela uma vacilona. Além de que tem momentos que você fica ''pelo amor de Deus, mulher. Te cuida, aff!'' É. A cara dela. Minha nota no Filmow foi 2,5/5.

2. Amor à Toda Prova (Sinopse)
O quarentão Cal Weaver (Steve Carell) tem a vida dos sonhos: bom emprego, boas condições de vida, é casado com seu amor da adolescência, filhos bem comportados... Mas essa vida perfeita desaba depois da descoberta de que Emily (Julianne Moore), sua esposa, está tendo um caso e quer divórcio. Desamparado, Cal conhece Jacob Palmer (Ryan Gosling), um cara que vai ensiná-lo a ter estilo, beber e paquerar mulheres.
 Bonitinho, engraçadinho, fofinho nhé nhé nhé. Assisti pela Emma Stone dizendo que o Ryan Gosling parece um photoshop. (opa, um personagem disse pro outro). É muito bom pra dar umas risadas :p Minha nota no Filmow: 3/5.

3. Minhas mães e meu pai: (Sinopse)
O filme conta a história de dois irmãos que decidem encontrar o homem que doou o sêmen que os gerou, pois ambos são filhos de um casal lésbico. Após a chegada do doador, a harmonia da família fica irremediavelmente abalada.
Hmm.. é um filme legal. Mas essa ~harmonia abalada~ é abalada da forma mais meh possível. E aí depois o filme acaba e fica faltando um monte de ''pingos nos is''. Sei não, poderia ser melhor e tal. Mas eu devo ter gostado pois avaliei como 3/5.

4. Teoria de Tudo (Sinopse)
O filme conta sobre o relacionamento do famoso físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne) com sua esposa Jane (Felicity Jones), desafiado pela doença de Hawking, portador de esclerose lateral amiotrófica.
 Eu sabia que o Hawking era uma pessoa incrível e tal mas conhecia muito pouco. Não tô dizendo que esse filme super lindinho me fez tomar conhecimento das ~~profundezas~~  da vida do Hawking, não. Mas só me chamou atenção pra ele. O filme é lindo e eu chorei várias vezes (não só eu). O senso de humor e as superações, ai, ai. Indico muito! :P 4,5/5 (amei mesmo sorry not sorry)

5. My Fair Lady (Sinopse)
Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.
Ai, a Audrey tá impecável nesse filme e é tudo muito bem feito e lindo. Mas lamento dizer que odiei o final. Acho esse professor nhenhe de fonética um babaca e queria que a Eliza sambasse na cara dele. No final não foi isso que aconteceu. ): (spoiler) 3/5.

6. Third Person
A trama segue três casais lidando com dilemas de relacionamento em Roma, Paris e Nova York. Um dos personagens é um escritor (Liam Neeson), o que dá ao título sua “terceira pessoa”. Ele e Olivia Wilde estão na subtrama parisiense; ela faz uma repórter que cobre festas na cidade e ele vive seu amante, um autor tentando escrever seu novo romance.
É um filme complexo que não parece complexo. Você meio que percebe que tinha que ter prestado atenção só no final do mesmo, rs. Mas enfim. É bom. Me perturbou um tiquinho, fala de relacionamentos, foco em pessoas fazendo babaquices nos mesmos. Recomendo, é bom pra quem gosta de juntar pecinhas durante o filme pra desvendar o final ;) 3/5.


ai, odeio a tradução desse título. Me remete quando aquelas moça pra provar que são superiores inflam o peito e falam ''Não sou uma dessas mulheres (insira qualquer coisa pejorativa aqui)'' Só eu?

Tá. Eu gostei do livro. Gosto de tudo que dá um foda-se para a barreira do bonitinho, cheirosinho e privado. Acho muito foda a Lena sentir que a história dela merece uma biografia (uma bem sinistra por sinal). Enfim, que ela merece ser lida. Por essas e outras respeito muito o livro. Algumas vezes era engraçado e outras eu lia por pura curiosidade e perplexidade. Essa moça é uma coisa, viu. O livro é uma lindeza por dentro, cheio de ilustrações bonitinhas e eu leria outras coisas da Lena, sim. Tudo que ela faz não tem a intenção de nos fazer sentir dentro de um filme cool cheio de pessoas felizes vestindo Valentino (nada contra, mas gosto de ter acesso à histórias em realidades diferentes).  Eu acho válido e se me trouxer desconforto, bom também! Nota: 3,5/5.
  
 

21.3.15

Balanço de Março

Oi! Queria um tipo de post rápido, em que eu fizesse um registro dos dias/meses sem a obrigação de me aprofundar demais na falta de vontade. Ai a Rafa me falou que a Pip Lincolne Tem uma ''tag'' incrível desse estilo e estou aqui experimentando :)
http://www.instagram.com/bellammms
Me segue! @bellammms

Making: Costuras à mão e desenhos assustadores no A3. Coisas da faculdade.
Cooking: nadica. Asso biscoitos de queijo de vez em quando, tá friozinho e é bom pra beber com leite.
Drinking: Leite com achocolatado! Sorry not sorry.
Reading: Desisti de Clube da Luta e tô achando tempo pra continuar A Guerra dos Tronos.
Wanting: Uma mesa bem grande para por as minhas tralhas.
Looking: Pro Bob dormindo e sonhando.
Playing:  A Playlist de Chico para Mulheres no Spotify.
Deciding: Nada, tô meio going with the flow ultimamente.
Wishing: Dinheiro. E também a HQ Gata-Garota. E que o Bob aprenda a pular janelas logo e me dar um pouco de tranquilidade, rs.
Enjoying: O climinha bom.
Waiting: Meu cabelo crescer.
Wearing: Short esportivo com estampa de poodles e camiseta masculina amarela com estampa de pin-up.
Thinking: Sobre como ficará meu cabelo depois do tratamento com Roacutan.
Disliking: Desprezo gratuito.
Noticing: Que estou me identificando cada vez menos com a blogosfera.
Feeling: Feliz mas muito, muito cansada.

//Créditos: MeetMeatMikes

 

11.3.15

Reflexões sobre a transição capilar

: Transição Capilar é quando você quer voltar ao seu cabelo natural e pra isso precisa cortar toda e qualquer tipo de química. Tá. Mas como? Esperando crescer e cortando. É isso.

Transição Capilar
fonte: 1, 2, 3, 4, 5, 6
Se inspire! ;)

A primeira coisa que tenho muito cuidado ao frisar para quem me diz que está querendo iniciar é: você pode passar por tempos complicados, mas vai valer a pena. A outra coisa é: É uma jornada muito longa que necessita de muita convicção e auto reflexão da sua parte.

Eu não tenho, em essência, nada contra a processos de alisamentos. Fui muito satisfeita com eles por um tempo. Eles tem prós e contras como qualquer coisa coisa. Dentre os contras está ter que retocar, o ressecamento do cabelo e nem sempre o resultado é tão natural. Adotar uma textura que não é sua demanda muito tempo e dedicação, pois entre as temporadas de retoque há sempre a raiz alta, o ressecamento, a falta de saco/dinheiro/paciência de ir para o salão ficar irritando o couro. Se você ama o seu cabelo com processos de alisamento, por favor, não me leve a mal! Desde de que sejam adultos conscientes e saudáveis, tudo bem. Minha intenção não é te fazer mudar de ideia. É dar conselhos para quem está insatisfeito e principalmente: sofre com isso.
Transição Capilar
fonte: 1, 2, 3, 4, 5, 6
 
Hoje dia o que mais se vê são mulheres assumindo os cabelos naturais e eu acho isso maravilhoso, mas você precisa refletir se você quer o seu cabelo natural. Se você vai se sentir bem com ele.Não são cachinhos maravilhosos e perfeitos (babyliss) de princesa europeia. É o seu cabelo natural e ele pode te surpreender positivamente ou negativamente 7 dias por semana. Você tá disposta a se amar assim? Se a resposta for não, tudo bem. É um processo e você não precisa ter pressa. 
 
Transição Capilar
source: 1, 2



Nós, principalmente mulheres, passamos todo dia por condicionamento estéticos muito desleais. Naturalmente vamos adotando várias desses padrões para nós e assim gerando frustração por não conseguirmos segui-los. Isso é um ciclo vicioso alimentado de propósito. Pra te fazer rejeitar o que você é e buscar melhorias que precisam, literalmente de grandes cheques por mês. Então, por isso, quando você  finalmente voltar para o natural tão almejado, não caia nessa de que ele tem que ser perfeito, sempre definido, sempre maravilhoso. Não é esse o objetivo. O objetivo da transição é se livrar de coisas que você faz porque acha que precisa para se sentir bonita, mas que no fundo, não quer. O objetivo é te dizer que você não precisa mudar a estrutura de nada em ti pra se sentir maravilhosa. Entendeu? Não é só sobre cabelo. É sobre libertar as mulheres de coisas que elas fazem e não querem fazer pois o que ela tem - o cabelo natural - não é aceito nem por elas mesmas. Por isso, lá no inicio do texto, eu disse que não é fácil se aceitar, passar pelo processo e cortar o cabelo. Não é mesmo. Toda vez que me olho no espelho pego as minhas pontinhas lisas, fico lamentando. Às vezes passo a semana inteira de coque e trança. Outras vezes saio de casa com texturização e chove e murcha tudo. Mas agora é uma frustração diferente e passageira visto que tô passando por uma fase, que na minha opinião é menos nociva que a busca de padrões estéticos, dependendo, claro, da forma que você leva. É simplesmente um tipo de saudade do meu cabelo natural que eu vi, depois de uma construção (ou desconstrução) que é o melhor pra mim.  Minha transição está quase no fim, mas estou longe do cabelo longo. Mesmo assim fico perplexa ao constatar que eu rejeitava um cabelo tão saudável e diferente. Mas não me culpo, quando eu quis mudar, eu mudei e fui feliz assim. Quando eu vi que não estava mais tão satisfeita, que minha liberdade de alisar ou não desapareceu no dia que eu alisei pela primeira vez e tive que retocar ad infinitum, eu quis acabar com aquilo. Quis voltar e tô voltando. E tô feliz. É isso que importa. Você vai ficar feliz quando atingir seu objetivo? Se vai, se joga!!

 Use seus batons ousados, seus brincos gigantescos e suas roupas bonitas pra passar por essa fase difícil. Seu rosto é lindo e você não precisa de cabelo pra se esconder. Você quer seu cabelo porque você quer e pronto. Não liga pra quem te desanima, faz parte do processo de se libertar. É uma jornada que vai te convidar para várias outras, de auto estima e empoderamento. Lide com ele da melhor forma, sem pressão, sem se torturar. Tá? Tá ♥

Quer ler sobre a minha transição? Vem por aqui!


 

8.3.15

Eu Palmirinha: Minha receita favorita do mundo

cupoqueique.

Olá!! O Eu, Palmirinha foi adiado por motivos de força maior, mas estamos aqui! O tema de Fevereiro foi "Desfile das Campeãs: Sua receita favorita do mundo!" E euzinha, nada criativa, escolhi Cupcakes. Não é como se eu fosse nota dez em termos de massa (sou preguiçosa e dificilmente faço), sou boa em recheio e cobertura (mas novamente, aparência não é o forte). Esse meu cupcake favorito é especial: tem recheio de leite ninho - a melhor coisa da minha infância - e glacê de leite condensado!!!

Falando no glacê, dica rápida: 
- 1 cx de Leite Condensado
- 2 colheres de sopa de emulsificante
 Agora bata na batedeira ad infinitum, ou melhor, até ficar bem volumoso e leve. Rende muito e é infinitamente melhor que chantily!

Agora minha trajetória com a massa:
Eu não tenho forminhas, então no ápice da minha ousadia, coloquei a massa direto na forminha de papel e torci pra dar certo. Sem forminha de metal ou silicone.
Deu ruim mas ficou gostoso!

O recheio foi de leite ninho. Fiz com a  minha mistura que todos conhecem: leite ninho + açúcar + água. Fiz levemente mais ralo, ultrapassando o ponto do docinho de enrolar. Aí peguei a faca e fiz um buraquinho no bolinho, recheei e usei a ''tampinha'' que retirei para cobrir.

 tendeu?

E agora a melhor/pior parte: colocar o glacê. Usar bico de confeiteiro é tão desesperador para mim que nem sei. Precisei de ajuda para sobreviver a aquele tanto de glacê vazando pelos lados do bico decorador. Foi horrível. D: 
Coloquei granulados para disfarçar e:


Minhas migs arrasaram na receita. Não deixem de conferirrrrrrrrrrrrrrrrrr. Beijão!!


 Vera, do Extrordinariando ● Karol, do Karol com Kah ● Mari, doMarielen Romanna ● Liana, do Garota do Nordeste ● Taís, do Brainstorms ● Lari, do She's Having Fun ● Mainá, do Virou Tendência Rafa, do Coffeepocket
  
 

7.3.15

Bob e Frida





















Frida que era triste se alegrou com a chegada de Bob que era Marvin. Agora que fizeram amizade, destroem juntos os fios do meu mouse e as capas dos meus cadernos (e nas horas vagas me fazem companhia de manhã).